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WORKSHOP DE VOZ E RESPIRAÇÃO

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Dado o êxito da formação realizada a 25-junho-2016, o Grupo Nun’Álvares e o Teatro Vitrine decidiram levar a efeito uma segunda edição (repetição da primeira) do Workshop de Voz e Respiração.

Convidamos todos os interessados a inscreverem-se o quanto antes na secretaria do Grupo Nun’Álvares ou em teatrovitrine.gruponunalvares.pt/interno.

Não percam!

PATINAGEM ARTÍSTICA

Para conhecimento de todas as pessoas envolvidas na Secção de Patinagem Artística, disponibiliza-se os horários dos Treinos da Patinagem Artística para o ano 2016/2017.

Horários Treino 2016-2017

Horário dos Treinos – Época 2016/2017

 

PARABÉNS FAFE

Pela pessoa do ilustre fafense Dr. António Marques Mendes, foi apresentado, para aprovação no parlamento, o projeto lei para elevação de FAFE a cidade. Veio a ser aprovado por unanimidade em 3 de julho de 1986. A 23 de agosto do mesmo ano, foi publicada no Diário da República a lei nº 28/86 que eleva Fafe à categoria de Cidade.

No fim de semana de 13 de julho desse ano, era o Grupo Nun’Álvares organizador das Festas do Concelho e, para comemorar a efeméride, conseguiu o favor da “Corsil”, carpintaria que ornamentou um carro, e da “Parefa”, que ofereceu um bolo comemorativo.

Este carro saiu antes da marcha luminosa, na segunda-feira dia 14, e o bolo foi cortado no centro da Praça 25 de Abril depois de cantados os parabéns a Fafe. As fatias foram vendidas ao preço de 50$00, tendo-se conseguido a quantia de 22.500$00 (112,23 €) que reverteu  para a Cercifaf.

Um bocadinho de história para acompanhar a audição do Hino de Fafe no dia do 30º aniversário da elevação a cidade.

PATINAGEM ARTÍSTICA

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Terminou a época da patinagem artística do Grupo Nun’Álvares.

Em jeito de balanço, refira-se que este setor movimenta mais de uma centena de atletas, representou-se em vários festivais de patinagem, e participou em várias provas oficiais de natureza regional, nacional e europeia, conseguindo arrecadar vários pódios quer individuais quer coletivos.

De realçar no entanto o título de Campeão Nacional na modalidade de pequenos grupos com o esquema “Dança das Mil Mãos”;

O título de Campeão Nacional na modalidade de precisão júnior com o esquema “Ciclistas”;

Vice Campeão Nacional em show juvenil com o esquema  “Esquimós “;

Campeões Regionais na modalidade de solo dance, nos escalões de Iniciados, Juvenis femininos, masculinos e Seniores;

Campeões Regionais em patinagem livre nos escalões de Iniciados, Cadetes, juvenis, juniores e Sénior;

Venceu a Taça do Minho 2016;

Conquistou o Torneio da A. P. Minho.

Perante estes resultados, o Grupo Nun’Álvares quer publicamente agradecer o empenho e dedicação dos atletas e corpo técnico, extensivo aos pais e o espírito de sacrifício e responsabilidade da secção.

PARABÉNS A TODOS

CONVITE – Festa de Encerramento Patinagem Artística

festa patinagemFESTA ENCERRAMENTO DA TEMPORADA 2015/2016 DE PATINAGEM ARTÍSTICA
A TODOS OS ATLETAS, TREINADORAS E FAMILIARES

18h30 às 21h – Pic-nic partilhado no pavilhão do GNA. Cada pessoa deve levar o que achar melhor para comer e beber, para juntar à mesa.
21h30 às 0h30 – Ida à discoteca Green’s

NÃO FALTEM.

NOTA: OS ÚLTIMOS TREINOS REALIZAM-SE NA QUARTA-FEIRA 27/7 E RETOMAM EM SETEMBRO EM DATA A SER ANUNCIADA OPORTUNAMENTE.

Concerto de final de ano da Orquestra Orff

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O concerto de final de ano da Orquestra Orff, inicialmente agendado para 30 de junho na sala Manoel de Oliveira, gentilmente cedida pela CM de Fafe, foi adiado para 5 de julho (motivo o jogo de futebol Portugal-Croácia) mas desta vez no espaço destinado à construção do nosso estúdio.

A Orquestra Orff do GNA é um projeto dos professores de música José Machado e João Rocha, abrangendo todas as faixas etárias a partir dos 4 anos.

Foi um espetáculo agradável de seguir, aonde os alunos mostraram de alguma maneira aquilo que foram aprendendo durante o ano, sendo aplaudidos pela assistência que deveria rondar as 200 pessoas.

Parabéns para os alunos e professores.

CONCERTO ORQUESTRA ORFF

Na próxima terça-feira, pelas 21h30, no Estúdio do Grupo Nun’Álvares, a Orquestra ORFF apresentará o concerto de encerramento de atividade do ano letivo com a apresentação de todos os alunos.

As entradas são gratuitas.

Contamos contigo!

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WORKSHOPS DE TEATRO

Estão já abertas as inscrições para o Workshop de Teatro que o Grupo Nun’Álvares e o Teatro Vitrine levarão a efeito de 5 de julho até 15 de agosto de 2016. As sessões decorrerão na sede do Grupo Nun’Álvares, às terças e quintas-feitas, entre as 17h30 e as 19h30.

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Se aspiras subir ao palco e sentir a adrenalina percorrer-te as veias… se queres ver como se faz a construção daqueles espetáculos de que tanto gostas… se queres conviver mais de perto com algumas caras que te habituaste a ver em cima do palco, tens até ao dia 4 de julho para efetuares a tua inscrição na Secretaria do Grupo Nun’Álvares.

Anda! Além de tudo o que vais aprender, temos jogos bué fixes para te divertir.

FAFENCENA’16 – MALA DE CARTÃO

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Num total e incondicional apoio à Seleção de todos os Portugueses, o FAFENCENA’16 prossegue o seu caminho na divulgação do que de melhor se faz em Portugal nas artes de Talma. Nesse sentido, no próximo sábado, 18-junho-2016, subirá ao palco do Teatro-Cinema de Fafe, pelas 22h00 (considerando já os trinta minutos de atraso em relação ao horário previsto, devido ao jogo do EURO2016), a NOVA COMÉDIA BRACARENSE para apresentar a sua produção “Mala de Cartão”, uma comédia para M/12, cuja sinopse apresentamos abaixo. Apareçam… A diversão está garantida.

"Mala de Cartão", uma comédia à prova de qualquer mau humor.

“Mala de Cartão”, uma comédia à prova de qualquer mau humor.

SINOPSE


O texto inédito Mala de Cartão levado à cena pela Nova Comédia Bracarense, da autoria de José Manuel Barros, é uma comédia de costumes à boa maneira do teatro camiliano, onde as relações familiares constituem o centro das atenções. A ação decorre nas terras do Minho por volta do ano de 1965, vivendo-se ainda por esse tempo a ditadura salazarista, já com Marcelo Caetano a comandar os destinos da Pátria. A história, que poderia resumir-se em duas linhas, coloca em destaque duas famílias distintas, ligadas socialmente por laços de serventia e poder: de um lado, uma família aristocrata, proprietária de bens e terras; do outro lado, a família de um fazendeiro, que se debate diariamente com dificuldades para arrancar da terra o sustento abençoado.

Vivendo-se numa época de grande austeridade, não admira que o português procure noutras paragens a riqueza que mingua no país. Assim, compreende-se, nesta comédia, escrita num só ato, que a emigração constitui, por um lado, uma solução face à miséria e à pobreza que afetavam o povo, mas também uma fuga para aqueles que o destino havia selado o seu futuro em terras de África, defendendo ideais patrióticos de uma política colonial portuguesa cada vez mais arruinada aos olhos da nação. Mala de Cartão é, desta forma, o passaporte do português emigrante que procura fugir de uma realidade marcadamente dura e penosa para se tornar cidadão do mundo.

Mas a peça não se esgota nesta condição, explora também as intrigas, os maldizeres, os mal-entendidos tão característicos de um meio rural pequeno, esgotado nas suas vivências mais mesquinhas, desde o casamento por conveniência, ainda que longe de se tornar uma realidade tangível, já que as vontades amorosas dos mais novos sobrepõem-se ao poder patriarcal. Ainda que uma pretensa união de António, filho do fazendeiro José Justino, com Luísa, filha do proprietário Alfredo Sousa e Valadares, possa trazer grandes benefícios para a família mais carenciada, a verdade é que o coração do mancebo acaba por se deixar conquistar pela rapariga mais popular da aldeia, facto que não deixa indiferente a Srª Ernestina que vê nessa união imoral uma afronta aos bons costumes, se considerarmos em conta que a sua filha tem dote e educação suficientes para enfrentar uma rival sem berço.

É sob este ambiente de confrontação e pudor social que Mala de Cartão se desenvolve em cena, procurando recriar quadros pitorescos, carregados de alguma comicidade e ironia, com o objetivo de provocar não só o riso no espectador, mas também transmitir algum realismo ao público expondo à vista de todos “vislumbres” do Portugal rural da década de 60.